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quinta-feira, 26 de março de 2026

Perigo silencioso dos energéticos e pré-treinos pode estar por trás das mortes precoces de jovens

A busca por resultado rápido na academia ganhou um empurrão das redes sociais e do marketing dos suplementos. Latas de energético e potes de pré-treino viraram parte da rotina de muitos jovens, como se fossem um atalho obrigatório para treinar melhor. O problema é que essa combinação pode cobrar caro. Médicos e estudos recentes associam o excesso de cafeína e estimulantes a palpitações, ansiedade, tremores, insônia, elevação da pressão e, em casos extremos, eventos cardiovasculares graves.

A ilusão do pré-treino para amadores

A cafeína tem efeito ergogênico e pode melhorar foco e desempenho em situações específicas. Mas isso não significa que qualquer pessoa precise de uma dose alta antes de um treino comum de musculação, corrida leve ou aula funcional.

Para quem treina por lazer, o ganho costuma ser pequeno perto do risco de exagerar. Em muitos casos, o corpo responde melhor a constância, alimentação adequada e descanso do que a uma descarga rápida de estímulo químico.

Outro ponto é que vários produtos reúnem cafeína, taurina, guaraná e outros compostos na mesma fórmula. Essa soma de doses elevadas de cafeína e outras substâncias estimulantes pode mascarar o cansaço e aumentar a carga sobre o coração.

O limite perigoso da cafeína

Para a maioria dos adultos saudáveis, a referência mais usada é de até 400 mg de cafeína por dia. O ponto crítico é que muita gente calcula apenas o energético ou o pré-treino e esquece o café, o chá, o refrigerante e até outras fontes espalhadas ao longo do dia.

Os efeitos mais comuns são insônia, taquicardia, tremores, irritabilidade, dor de cabeça, enjoo e piora da ansiedade. Em quem já tem predisposição, hipertensão ou arritmia, o risco fica maior.