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sábado, 19 de julho de 2025

Ceará registra 1º foco de gripe aviária em aves domésticas

O Ceará registrou o primeiro foco de gripe aviária em aves de uma propriedade com criação de subsistência, ou seja, apenas para consumo do próprio criador, no município de Quixeramobim, no Sertão Central do Estado.

De acordo com a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Ceará (Adagri), a confirmação ocorreu na quinta-feira (17), após o resultado da análise das amostras enviadas no dia 8 de julho ao Laboratório Federal de Defesa Agropecuário (LFDA), em Campinas (SP).

Segundo a Adagri, na sexta-feira (18) o órgão já iniciou as ações previstas no Plano Nacional de Contingência de Influenza Aviária, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com interdição da propriedade e eutanásia das aves seguindo o protocolo de saneamento da criação, conforme previsto no Plano.

O órgão informou ainda que está conduzindo uma investigação complementar, em raio inicial de 10 quilômetros da área de ocorrência do foco, e de possíveis vínculos com outras propriedades.

"A Agência reforça que o consumo de carne de aves e ovos armazenados em casa ou em pontos de venda é seguro, já que a doença não é transmitida por meio do consumo. Portanto, a população pode se ficar assegurada de que não há nenhuma restrição quanto ao consumo", disse a Adagri.

O Ceará já havia investigado este ano um caso suspeito em uma criação de subsistência em Salitre, que foi descartado.

Gripe aviária

Ceará reforça vigilância contra gripe aviária

A Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1) é um subtipo do vírus Influenza que atinge, predominantemente, as aves. Os vírus Influenza são divididos entre os de Baixa Patogenicidade (LPAI, leve) e os de Alta Patogenicidade (HPAI, grave).

Desde que a H5N1 chegou ao Brasil, em 15 de maio de 2023, o país investigou quase 3 mil casos suspeitos de Síndrome Respiratória e Nervosa em aves.

Somente em maio deste ano foi detectado o primeiro caso de gripe aviária em uma granja comercial, no Rio Grande do Sul.
Informações: g1 

segunda-feira, 19 de maio de 2025

Gripe aviária: Brasil tem 2 focos confirmados e investiga outros 6

Um caso suspeito de gripe aviária na produção comercial é investigado em Ipumirim, no Oeste de Santa Catarina. A informação consta no mapa do Ministério da Agricultura e Pecuária, atualizado diariamente, e foi confirmada pelo município nesta segunda-feira (19).

No total, são dois casos confirmados e seis sob investigação em todo o país. 

Veja abaixo:

2 casos confirmados

Montenegro (RS) granja comercial
Sapucaia do Sul (RS) zoológico, cisnes morreram

6 suspeitos (em investigação, amostras coletadas em análise)

Ipumirim (SC) - granja comercial
Aguiarnópolis (TO) - granja comercial
Triunfo (RS) - produção familiar para subsistência
Gracho Cardoso (SE) - produção familiar para subsistência
Salitre (CE) - produção familiar para subsistência
Nova Brasilândia (MT) - produção familiar para subsistência

Santa Catarina também proibiu a entrada de aves vivas e ovos férteis provenientes de 12 municípios do Rio Grande do Sul após a confirmação de um foco de gripe aviária no estado vizinho. A medida foi confirmada em uma nota técnica divulgada pelo governo catarinense neste domingo (18).

A proibição cita a necessidade de adoção de medidas imediatas de contenção, mitigação e prevenção à disseminação da doença.

Santa Catarina é o único estado do Brasil que faz divisa com o Rio Grande do Sul. Veja as cidades onde há veto para a entrada dos ovos e aves, conforme a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc):

Cachoeirinha
Canoas
Capela Santana
Esteio
Gravataí
Montenegro
Nova Santa Rita
Novo Hamburgo
Portão
São Leopoldo
Sapucaia do Sul
Triunfo

"Está autorizado o ingresso em Santa Catarina de produtos de origem animal de aves, oriundos do Rio Grande do Sul, exceto ovos comerciais provenientes dos municípios citados anteriormente, que compõem a zona de contenção do foco", cita o governo catarinense em nota.

Gripe aviária: entenda se é possível se contaminar comendo carne de frango

O que disse o governo de SC

Em um comunicado nesta segunda-feira (19), a presidente da Cidasc, Celles Regina de Matos, afirmou que o órgão foi até o local da suspeita no sábado (17), fez exames e encaminhou as amostras ao governo do estado.

A entidade afirmou ainda que aguarda o resultado, previsto para terça-feira (20).

"No momento em que falamos de gripe aviária, houve esse chamado no município de Ipumirim, a Cidasc foi lá, avaliou os sintomas das aves e cumpriu o protocolo que é coletar as amostras e enviar para o laboratório do Ministério da Agricultura. Estamos ainda aguardando os laudos", disse.

Sem transmissão pelo consumo de carne e ovos

O Mapa alerta que a doença não é transmitida pelo consumo de carne de aves nem de ovos. "A população brasileira e mundial pode se manter tranquila em relação à segurança dos produtos inspecionados, não havendo qualquer restrição ao seu consumo", diz comunicado da pasta.

O risco de infecções em humanos pelo vírus da gripe aviária é baixo e, em sua maioria, ocorre entre tratadores ou profissionais com contato intenso com aves infectadas (vivas ou mortas).

As autoridades sanitárias sustentam que já começaram a adotar as medidas previstas no plano nacional de contingência. O objetivo é conter a doença, garantir a segurança alimentar e evitar qualquer impacto na produção.

O que é e onde surgiu a H5N1?

O H5N1 é um subtipo do vírus Influenza que atinge, predominantemente, as aves.

Os vírus Influenza são divididos entre os de Baixa Patogenicidade (LPAI, leve) e os de Alta Patogenicidade (HPAI, grave).

O H5N1 faz parte do segundo grupo: isso significa que ele é disseminado rapidamente entre as aves e tem um alto índice de mortalidade entre os animais.

A Influenza Aviária foi diagnosticada pela primeira vez em aves em 1878, na Itália. Mas o H5N1 só foi isolado por cientistas mais de 100 anos depois, em 1996, em gansos na província de Guangdong, no sul da China.

No ano seguinte, ocorreu o primeiro registro da doença em humanos, em Hong Kong, segundo um documento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).